
Gostaria de destacar a materialidade da obra de Iberê Camargo, cujas telas recebem espessas camadas da tinta dando um relevo quase escultural às pinturas, em contraste com a simplicidade dos trabalhos de Djanira da Motta e Silva, de forte apelo popular. A mostra é uma excelente oportunidade para apreciar de perto estas obras que constituem um verdadeiro tesouro da cultura nacional. É raro, em Belo Horizonte, uma exposição que reúna tantos nomes importantes da arte nacional e com trabalhos de tamanha qualidade. Na Biblioteca da Casa se encontra o panfleto da exposição com o texto de Lauro Cavalcanti na íntegra, mas o bom mesmo é ir prestigiar a mostra e ver de perto as obras.
Lembrando que esta exposição fica até o dia 20 de julho no Palácio das Artes.
Eduardo Bernardes (prof. de Desenho Artístico Avançado)
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